quarta-feira, 18 de maio de 2011

não queria....

Eu não queria que isto chegasse a este ponto, ter que me contradizer em pleno espaço mundial. Naqueles dias dizias coisas bonitas e punhas-me a mão na cabeça, levantaste-me no momento que achei que ia cair de vez. Achei que tudo já era em vão e fizeste-me ver que as coisas não eram assim e que venceria qualquer luta se fosse forte e soubesse levantar a cabeça. Há amizades de 2 dias, a nossa é pouco mais que isso, mas achas que isso faz com que seja mais fraca? não! porque talvez não saibas, mas eu dou-te tanto valor como uma amizade de 5 anos. Não quero que vejas isto como um pedido de desculpas, porque não o é, sabes que não o vou pedir, porque sei que naquele momento me fizeste sentir como te disse, não repito porque já não faz sentido, mas tal e qual como leste o meu blog para te insultar, agora lês para te ilugiar. Não sejas parvo só porque és demasiado orgulhoso para vir falar comigo, não o sou, apenas custa-me encarar coisas que já te disse. Fui bruta? talvez, mas foi a melhor maneira que arranjei para me expressar e se isso te magoou, desculpa, mas não era essa a intenção. Tenta ler nas entrelinhas, porque se me conheces tão bem, sabes que metade disto, É PALHA. Não, não te deixei nem te vou deixar e se é isso que sentes, então porque que perderia tempo contigo? Não vou explicar-me mais, apenas espero que mais uma vez isto chegue para te explicar o que realmente se passa comigo. Lê, re-lê e contra-lê. entre linhas......

domingo, 8 de maio de 2011

"Vida de um skater" por Carla Carvalho


Ricardo Gomes

Ricardo Gomes

André Dias

Desconhecido

Desconhecido

Ricardo Gomes

Desconhecido

quarta-feira, 4 de maio de 2011

reflection 4


E mais uma vez fui usada sem ter como fugir disso. Achei que desta é que era, porque já a minha mãe me dizia "á terceira é de vez", mas enganei-me, tentei manter uma esperança mesmo sabendo que a qualquer momento me podia desiludir. A culpa não foi tua, descansa, foi minha, por ter sido demasiado ingénua e achar que eras o mais verdadeiro comigo. Tu rebaixaste-me á humilhação e talvez seja essa a única coisa que nunca te conseguirei perdoar. Considerava-te um amigo, um pilar na minha vida e cheguei a achar que um dia poderiamos unir laços. És um bom actor e nisso eu tenho orgulho. Gostava de poder dar-te esta 'carta', porque até o coração mais azedo merece saber o quanto as pessoas o admiram. Sim, eu admiro-te, por me teres feito aprender de vez, que para confiar é preciso muito mais do que eu dei. Hoje deitei a primeira lágrima por ti e talvez seja este o meu maior arrependimento. Não és desilusão, és apenas uma ilusão criada na minha cabeça. Se fui estupida em ter-te apoiado quando mais precisas-te? NÃO! Porque nunca deixei ninguém cair e não era agora que o ia fazer. Só te agradeço por me teres proporcionado todas aquelas boas conversas e termino por aqui, porque para ti, meio texto basta.